Container para central de água gelada por fora: portas de equipamento na lateral e passagens de tubulação na cabeceira
ISO 14001
ISO 14001
ISO 45001
ISO 45001
ISO 9001
ISO 9001

Container para central de água gelada

Para fabricantes de chillers, integradores de CAG e projetos de data center: casa de máquinas montada na fábrica, pronta para receber chillers e bombas, do invólucro ao OEM/ODM.

Shelter industrialResfriamento industrialData center modular

Indicadores principais

20 / 40 pés·modular
Formato
25anos
Vida útil
IP54·55
Proteção
C3–C5
Corrosão

Características do produto

Pronto para a CAG

Bases, suportes e sistemas auxiliares saem da fábrica montados e inspecionados; no local, chillers e bombas são posicionados e conectados, e a obra civil corre em paralelo à fabricação.

Detalhes construtivos

Vigas principais e secundárias da estrutura de base, em aço soldado, ficam sob os pontos de apoio dos chillers, das bombas e dos trocadores de calor, e as bases dos equipamentos são soldadas nessa estrutura. A carga é calculada ponto a ponto, pelo peso em operação com os equipamentos cheios de água e pela vibração das máquinas. Bases e container passam juntos pelo tratamento de superfície e pela pintura na fábrica, com esquema escolhido para a classe de corrosividade, de C3 a C5 (ISO 12944); na chegada, cada equipamento é fixado com parafusos ou sobre amortecedores de vibração. O içamento é feito pelas longarinas laterais da base, em 4 ou 8 pontos conforme o comprimento.

Interior do container antes do piso: bombas sobre bases de equipamento na grelha de vigas e um chiller à esquerda

As linhas de alimentação e retorno de água, reposição, dreno e condensado atravessam as paredes em aberturas feitas conforme o desenho de tubulação do cliente, cada uma com luva de passagem e vedação, e suportes e pendurais saem da fábrica já posicionados. A tubulação em si é montada pelo integrador da CAG seguindo esse desenho; a ETENZ faz as aberturas, as luvas, as vedações e os suportes. Paredes e teto levam isolamento de lã de rocha, de 50 a 120 mm conforme o clima e o ponto de orvalho, e na passagem pela parede o isolamento da tubulação de água gelada é contínuo. O piso, com detecção de vazamento de água, tem caimento para uma canaleta coletora, e o condensado e o dreno saem do container por linhas próprias.

Por ter acesso de pessoas, o container é tratado como casa de máquinas de refrigeração. Os detectores ficam embaixo, perto dos chillers e das conexões de válvulas, porque R513A, R1234ze, R134a e os outros fluidos usuais são mais pesados que o ar; acima do ponto de alarme, sirene e sinalizador luminoso disparam e a exaustão mecânica intertravada puxa o ar do nível do piso para fora. Botoeiras de parada de emergência e de exaustão de emergência ficam dentro do container e do lado de fora da porta, e as portas de pessoal abrem para fora e fecham sozinhas. A ventilação normal ou o ar-condicionado retira o calor de bombas, inversores de frequência e painéis elétricos, e em clima frio há aquecimento elétrico contra congelamento. Quantidade de detectores, ponto de alarme e vazão de exaustão dependem do tipo e da carga de fluido e da norma indicada pelo projetista (EN 378, ISO 5149, ASHRAE 15 ou GB/T 9237).

Dentro do container vêm instaladas a iluminação normal e de emergência, as tomadas de serviço e a distribuição auxiliar, com eletrocalhas e condutor principal de aterramento montados na fábrica. Os painéis de força dos chillers e das bombas podem ficar no próprio container ou num módulo elétrico à parte, ao lado da central. Do lado de fora há entradas previstas para cabos de força, controle e comunicação, e os sinais de temperatura, vazamento de água, fluido refrigerante, controle de acesso e incêndio chegam a uma caixa de bornes, onde a automação da CAG ou o BMS do cliente faz a leitura.

Cada chiller, bomba e trocador de calor tem à sua frente uma porta de equipamento ou um painel removível. O espaço para retirar os tubos dos trocadores casco e tubo fica dentro do container, ou do lado de fora, com a porta da cabeceira aberta. Quando a largura padrão não comporta corredores dos dois lados, a lateral longa ganha portas ou painéis removíveis em toda a extensão, ou o container é alargado. No teto, uma viga de içamento ou olhais previstos permitem tirar uma máquina inteira para troca. Tamanho das portas, fechaduras e vedações seguem as dimensões dos equipamentos e o grau de proteção.

Quando a central não cabe em um container, ela é dividida em módulo de chillers, módulo de bombas e módulo elétrico, montados lado a lado ou em dois níveis, com os pontos de conexão de tubulação e cabos entre módulos preparados na fábrica. Torres de resfriamento e dry coolers ficam numa plataforma de aço independente sobre os módulos, fabricada junto com o container, com escada e guarda-corpo. Cada unidade que mantém o perfil ISO de 20 ou 40 pés High Cube pode ter o CSC providenciado por projeto e ser içada e embarcada como container padrão; uma central em dois níveis também viaja módulo a módulo e só é empilhada na obra. Unidades alargadas ou alongadas seguem como carga fora de gabarito, com rota e autorizações definidas por projeto.

Opções de escopo de fornecimento

Escopo 1

Somente invólucro (interfaces previstas)

Container construído pelo layout da central e pelos dados dos equipamentos, com bases, vãos de porta, passagens de tubulação e entradas de cabos previstos de uma vez; a montagem eletromecânica interna fica com o integrador da CAG.

O escopo inclui:

Container e estrutura de base em aço soldado
Bases pelos pontos de apoio e pelo peso em operação
Portas de equipamento e painéis removíveis
Aberturas e luvas para a tubulação
Entradas de cabos e pontos de içamento

Especificações técnicas

Formato
20 ou 40 pés High Cube; unidades especiais alargadas, alongadas, acopladas ou em dois níveis
ISO 668
Dimensões externas (20 / 40 pés High Cube)
6058 / 12192 × 2438 × 2896
mm · ISO 668
Dimensões especiais
Conforme dimensões e peso em operação dos equipamentos, retirada de tubos e espaço de manutenção
mm
Estrutura de base e bases dos equipamentos
Calculadas pelos pontos de apoio e pelo peso em operação; soldadas e pintadas na fábrica
Teto / paredes
Chapa galvanizada 2,0 / chapa ondulada 1,6–⁠2,0
mm
Isolamento térmico
Lã de rocha 50–⁠120 (conforme clima e ponto de orvalho)
mm
Passagens de tubulação
Aberturas, luvas e vedação na posição do desenho de tubulação do cliente
Segurança do fluido refrigerante
Detecção de vazamento, alarme sonoro e visual, exaustão mecânica intertravada (conforme a norma indicada pelo projetista)
EN 378 / ISO 5149 / ASHRAE 15 / GB/T 9237
Ventilação e climatização
Exaustão, venezianas, ar-condicionado ou aquecimento anticongelamento, conforme o calor dissipado e o clima
Drenagem e vazamentos
Caimento do piso, canaleta coletora, detecção de vazamento de água
Elétrica e iluminação
Iluminação normal e de emergência, tomadas, distribuição auxiliar, eletrocalhas e aterramento; painéis dos chillers e bombas no container ou em módulo elétrico à parte
IEC 60364
Proteção contra incêndio
Detecção, alarme e supressão; tipo conforme o projeto de incêndio
Grau de proteção
IP54 / IP55 (IP56 sob consulta)
IEC 60529
Proteção anticorrosiva
C3–C5
ISO 12944
Vida útil de projeto
25
anos
Transporte marítimo
CSC por projeto para unidades no perfil ISO
CSC 1972
Garantia
12 (prorrogável para 24)
meses

Perguntas sobre o produto

A ETENZ fornece o container e seus subsistemas, até o Módulo pronto para conexão: estrutura, bases, suportes e passagens de tubulação, elétrica e iluminação, ventilação e alarme de fluido refrigerante, proteção contra incêndio e drenagem montados e inspecionados na fábrica. Chillers, bombas, trocadores de calor, válvulas, tubulação e automação da central são escolhidos, fornecidos, instalados e comissionados pelo cliente ou pelo integrador da CAG. Capacidade e eficiência da central são as informadas pelo fabricante dos equipamentos e pelo projetista.

Depende do projeto da central. O mais comum é ter chillers, bombas de água gelada e de condensação, trocadores de calor a placas, tratamento de água, sistema de pressurização e reposição, válvulas e tubulação, painéis elétricos e o painel de automação. Numa CAG para data center com refrigeração líquida, o container pode levar só trocadores a placas e bombas, com dry coolers ou torres de resfriamento do lado de fora, e deixar posição, bocais e circuito elétrico previstos para acrescentar chillers de complemento mais tarde. Bases, passagens e espaços de manutenção são distribuídos a partir dessa lista.

Não necessariamente. O tamanho sai das dimensões e do peso em operação dos equipamentos, do comprimento de retirada dos tubos e dos corredores de manutenção. Se tudo cabe no perfil ISO High Cube, o formato de 20 ou 40 pés deixa o transporte mais simples; se não cabe, o container é alargado ou alongado e segue como carga fora de gabarito, ou a central é dividida em módulos acoplados na obra.

Sim. Módulo de chillers, módulo de bombas e módulo elétrico podem ficar lado a lado, com os pontos de conexão de tubulação e cabos entre eles preparados na fábrica. Torres de resfriamento ou dry coolers sobre o teto ficam numa plataforma de aço independente, fabricada junto com o container, com escada e guarda-corpo. Com os módulos montados na obra, o instalador faz as ligações de tubulação e cabos entre eles e o comissionamento da central.

R1234ze, R32 e R454B são levemente inflamáveis (A2L). Nesse caso, a parte elétrica e a iluminação internas são selecionadas a partir dos requisitos de fontes de ignição da norma, e o que não atende é desligado por intertravamento quando o alarme de fluido refrigerante atua. Detecção, alarme e exaustores de emergência ficam fora desse desligamento: o alarme liga a exaustão, que continua funcionando, e os próprios exaustores também são selecionados pelos requisitos de fontes de ignição. A detecção e a exaustão seguem a configuração mais exigente da norma indicada pelo projetista. Com R513A, R1233zd e outros fluidos não inflamáveis, vale a configuração usual de casa de máquinas. O fluido é escolhido pelo fabricante do chiller e pelo projetista, e o container é configurado para o fluido e a carga definidos.

O container é isolado com lã de rocha, e na passagem pela parede o isolamento da tubulação de água gelada é contínuo. O piso tem caimento para uma canaleta coletora com detecção de vazamento, e o condensado e o dreno saem por tubulações próprias. Em regiões muito úmidas, dá para acrescentar desumidificação ou ar-condicionado.

Quando há limite de ruído, o interior recebe revestimento acústico absorvente e as entradas e saídas de ar passam a ter venezianas acústicas, dimensionadas pelos dados de ruído do chiller e pelo limite do local. Em chillers com condensação a ar, as aberturas de entrada e saída seguem a vazão de ar do condensador, e a descarga de ar quente fica afastada da entrada de ar.

Unidades que mantêm o perfil ISO High Cube de 20 ou 40 pés podem ter o CSC providenciado por projeto e são içadas e embarcadas como container padrão. Como portas de equipamento e passagens de tubulação alteram o container, a entidade que emite a aprovação decide entre uma aprovação complementar e um novo ensaio. Uma central em dois níveis também é transportada módulo a módulo e só é empilhada na obra, e a possibilidade de CSC é avaliada para cada módulo conforme o perfil e a estrutura com que ele viaja. Unidades alargadas ou alongadas seguem sem CSC, como carga fora de gabarito, com rota e autorizações definidas por projeto.

Sim. Vocês definem aparência, cor, placa de identificação e documentos com a sua marca, e o container é fabricado e integrado pelo seu desenho, no mesmo padrão em todas as unidades do lote. É o nível OEM/ODM com a marca do cliente.

Layout da central ou lista de equipamentos (dimensões, pesos, pontos de apoio e comprimento de retirada de tubos dos chillers, bombas e trocadores), esquema hidráulico e posição das interfaces, tipo e carga de fluido refrigerante, calor dissipado e lista de cargas elétricas, clima e altitude do local, limites de transporte e normas do país de destino. Se faltar alguma coisa, a proposta do container começa pela lista de equipamentos e o resto é confirmado item por item.

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