O equipamento no teto não ocupa espaço interno nem exige uma abertura grande na parede de topo, por isso atende invólucros cujo comprimento é reservado aos racks ou cujas paredes de topo levam portas ou acessos de manutenção. Em contrapartida, o teto recebe a carga do equipamento e a altura total do invólucro aumenta. O equipamento na parede de topo não altera a altura externa e simplifica o transporte. Os dois podem ser projetados junto com o invólucro; a escolha depende do layout interno e da rota de transporte.




Chiller rooftop para BESS (40 kW / 40+30 kW)
Para integradores de BESS e fabricantes de invólucros: o equipamento fica no teto e libera o interior; um único chiller de duplo circuito resfria baterias e PCS.
Indicadores principais
Características do produto
Montagem no teto
O equipamento inteiro fica do lado de fora, no teto: nem o interior nem as paredes de topo cedem espaço ao resfriamento, que fica livre para racks, PCS e distribuição.
Montagem no teto
O equipamento inteiro fica do lado de fora, no teto: nem o interior nem as paredes de topo cedem espaço ao resfriamento, que fica livre para racks, PCS e distribuição.
Duplo circuito
No modelo de 40+30 kW, um único chiller atende os circuitos das baterias e do PCS com setpoints independentes; cada invólucro precisa de um só equipamento.
Descarga para cima
O ar quente sai na vertical, longe das tomadas de ar dos invólucros vizinhos e dos corredores de manutenção entre eles.
Aquecimento no frio
Uma resistência elétrica de 12 kW mantém o setpoint de saída com -30 °C de ambiente, e o mesmo equipamento aquece as baterias no inverno.
Reposição automática
O modelo de 40+30 kW tem reservatório de 8 L e repõe o circuito quando a pressão cai, o que reduz as reposições manuais em campo.
Integrado na fábrica
Fixações, passagens e a lista de pontos do BMS entram nos desenhos do invólucro desde o início; o chiller é entregue integrado ou avulso.
Detalhes construtivos

Dois circuitos, duas saídas: 18 °C para as baterias, 55 °C para o PCS
O modelo de 40+30 kW tem dois circuitos frigoríficos independentes com R32, cada um com carga de 2400 g: um para o lado das baterias e outro para o lado do PCS. Com 45 °C de ambiente, o lado das baterias fornece água glicolada a 18 °C com 240 L/min @ 140 kPa e 40 kW nominais; o lado do PCS, a 55 °C com 70 L/min @ 80 kPa e 30 kW nominais. As duas bombas têm rotação controlada por PWM, conforme o comando do BMS. As conexões dos dois circuitos têm tamanhos diferentes — engate rápido tipo abraçadeira Φ64 no lado das baterias e Φ50,5 no lado do PCS —, então cada tubulação de campo só encaixa no seu circuito.

Dois circuitos, duas saídas: 18 °C para as baterias, 55 °C para o PCS
As duas laterais do equipamento são grelhas de entrada e o topo leva ventiladores axiais: 7 no modelo de 40 kW e 12 no de 40+30 kW. O ar entra pelas laterais, atravessa os condensadores e é descarregado para cima pelos ventiladores. No teto, o espaço diante das duas entradas deve ficar livre, sem encostar em toldo, eletrocalha ou equipamento vizinho; quando vários invólucros ficam lado a lado, o espaçamento entre eles é definido considerando ao mesmo tempo o ar de entrada e o acesso para manutenção. As telas dos ventiladores e as grelhas laterais são limpas com ar comprimido a cada dois meses.
O equipamento ocupa 2506 × 1842 mm e pesa cerca de 700 kg; no desenho de contorno do modelo de 40 kW, a base é fixada à superfície de montagem por 20 furos oblongos Φ10. Sobre um invólucro BESS de 20 pés, fica dentro do perímetro do teto, com folga ao redor para cabeamento e manutenção. Na fase de projeto do invólucro, a ETENZ posiciona as vigas de montagem do teto de acordo com o peso e a furação do equipamento e define nos mesmos desenhos a ligação do teto às vigas, a posição das passagens e sua vedação estanque, de forma que o chiller possa ser montado e testado com o invólucro na fábrica.
Todas as conexões ficam em uma extremidade. O modelo de 40 kW tem um engate rápido Φ64 para a ida e outro para o retorno, mais uma conexão de enchimento CQC14; o de 40+30 kW tem Φ64 no lado das baterias e Φ50,5 no lado do PCS. A caixa de bornes externa reúne três grupos de terminais: alimentação trifásica de 380 V, saída de comissionamento e saída de comunicação RS485. O modelo de duplo circuito consome 38 A em plena carga e é protegido por um disjuntor tetrapolar de 50 A, com cabo de potência unipolar de 10 mm² e condutor de aterramento de mesma seção. A distribuição auxiliar do invólucro reserva este circuito, e a tubulação entra pela passagem do teto até os coletores dos racks e as conexões de resfriamento do PCS.
O controle é feito pela temperatura de saída: o lado das baterias vem ajustado em 18 °C, aceita setpoints entre 15 e 35 °C e os mantém com ±1 °C. Em operação normal o equipamento segue os comandos do BMS e, se a comunicação cair, passa ao controle automático local. Com demanda de frio, funcionam o compressor e a bomba; com demanda de calor, a bomba e a resistência, que fornece 12 kW; sem nenhuma das duas, ou com um comando de autocirculação do BMS, a bomba continua girando em baixa rotação. O resfriamento tem prioridade sobre o aquecimento, os dois nunca operam juntos e a troca é temporizada. No modelo de 40+30 kW, o reservatório de 8 L começa a repor quando a pressão de retorno cai abaixo de 0,3 bar e para quando ela volta a 0,8 bar ou quando o nível do reservatório fica baixo.
A mesma área do modelo de duplo circuito, 269 mm de altura e um único circuito de água glicolada: atende invólucros cujo PCS é resfriado a ar e em que só as baterias precisam de resfriamento líquido. Com 45 °C de ambiente, fornece água a 18 °C para 40 kW de frio, com vazão acima de 240 L/min, altura manométrica disponível acima de 20 m e COP de resfriamento acima de 1,8. Os componentes elétricos são IP56 e a categoria de corrosão é C4-M; acima de 2000 m a capacidade é reduzida em 3 % a cada 1000 m adicionais, até 4000 m.
Opções de escopo de fornecimento
Fornecimento do equipamento
Escopo 1Fornecimento do equipamento
O modelo é escolhido pelas cargas térmicas, temperaturas de saída e vazões dos lados das baterias e do PCS e entregue como equipamento completo, com desenhos de contorno e de conexões, descrição do protocolo de comunicação, relatório de testes de fábrica e declaração de conformidade.
O escopo inclui:
Comparativo de especificações
Comparativo detalhado das especificações técnicas para ajudar na escolha da configuração mais adequada
Perguntas sobre o produto
Com o chiller instalado, o invólucro fica mais alto que um contêiner padrão e não pode mais ser reservado como contêiner padrão no transporte marítimo. Há duas soluções comuns: o chiller é embalado à parte, segue com o invólucro e é içado para o lugar em campo, ou o invólucro completo é transportado como carga fora de gabarito. A solução é acertada na fase de contrato, de acordo com a rota de transporte do projeto.
Para sistemas em que baterias e PCS são resfriados a líquido e ficam no mesmo invólucro; a capacidade nominal e a temperatura de saída de cada circuito estão na tabela de especificações. Se o PCS for resfriado a ar, o modelo de 40 kW e circuito único atende melhor.
Sim. Em temperaturas baixas, a resistência elétrica aquece o fluido, que é uma solução de etilenoglicol; o limite inferior de temperatura ambiente está na tabela de especificações.
Sim. Acima de 2000 m o equipamento é selecionado com redução de capacidade; a altitude máxima e a taxa de redução estão na tabela de especificações.
As conexões de ida e retorno atravessam o teto até o coletor principal dentro do invólucro e, dali, coletores de distribuição e mangueiras com engates rápidos chegam a cada pack. As placas frias ficam dentro dos packs e vêm com eles; coletores, mangueiras e engates rápidos podem ser fornecidos dentro do escopo do projeto.
O equipamento se comunica por RS485 (CAN previsto) e o modelo de 40+30 kW define o modo de operação por Modbus. Setpoint de temperatura, troca de modo e rotação das bombas podem ser comandados pelo BMS e, se a comunicação cair, o equipamento passa ao controle local. A lista de pontos é acertada em cada projeto.
Pode ser avaliado como fonte de frio para um invólucro de computação com resfriamento líquido: a seleção parte da temperatura de alimentação exigida pelos servidores, da carga térmica e da redundância, e a faixa de setpoint está na tabela de especificações. Se os servidores aceitam temperatura de alimentação mais alta e o clima local favorece o free cooling, um dry cooler costuma ser a melhor escolha.
As cargas térmicas dos lados das baterias e do PCS, a temperatura de saída e a vazão exigidas, as temperaturas máxima e mínima do local e sua altitude, a alimentação (380 V em 50 Hz ou 60 Hz), o protocolo de comunicação, a cor e a categoria de corrosão, a quantidade e se o chiller será fornecido avulso ou integrado ao invólucro BESS.
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